• TVT
  • RBA
  • Rádio CUT
MENU

Atos pelo mundo pedem Lula Livre e questionam parcialidade da Justiça brasileira

Manifestantes de diversos países participaram do “Dia Mundial de Ação Lula Livre”

Publicado: 24 Abril, 2018 - 11h27

Escrito por: Erica Aragão

ARTE: ALEX CAPUANO
notice

Convocado pela Confederação Sindical Internacional (CSI), nesta segunda-feira (23), sindicatos de vários países do mundo organizaram atos nas embaixadas do Brasil, no “Dia Mundial de Ação Lula Livre”, para gritar em vários idiomas e sotaques: “Lula Livre”. Cartas de protesto também fizeram parte da mobilização e foram enviadas ao governo brasileiro questionando a parcialidade da Justiça no caso do ex-presidente.

Os trabalhadores e trabalhadoras da Argentina, Colômbia, Índia, Bélgica, Indonésia, Paraguai, Inglaterra, Estados Unidos, Gana e El Salvador foram para a frente das embaixadas brasileiras e protestaram em defesa de #LulaLivre. Em outros países, Albânia, França, Itália, Bulgária, Espanha, México, Filipinas e Uruguai, os trabalhadores escreveram cartas ao governo brasileiro, onde, além de questionar o Judiciário brasileiro, pediam pela liberdade do ex-presidente e o respeito ao seu direito de ser candidato nas eleições deste ano.

Para o secretário de Relações Internacionais da CUT, Antônio Lisboa, os atos que aconteceram no mundo inteiro são importantes para fortalecer a luta no Brasil e para denunciar ao mundo a perseguição contra Lula.

“Diferente do que a imprensa brasileira e que o poder judiciário brasileiro tentam passar, o mundo inteiro sabe que Lula é um prisioneiro político e que a direita brasileira quer impedir que o ex-presidente seja candidato e possa governar o Brasil outra vez”, disse Lisboa.

A ação global faz parte da campanha “Stay With Lula” (estamos com Lula), que pede pela liberdade imediata de Lula, condenado sem crimes nem provas, e um julgamento justo para o ex-presidente, liderança política e popular mundialmente reconhecida.

A União dos Sindicatos Independentes da Albânia pediu ao governo brasileiro para que respeite o direito internacional e os direitos humanos fundamentais e garantam uma revisão jurídica imparcial do processo contra Lula.

Já a Confederação Francesa Democrática do Trabalho pede que Lula seja colocado em liberdade até que ocorra uma condução séria do processo jurídico, com respeito à presunção de inocência. A entidade também solicita que, nas próximas eleições presidenciais, a Justiça e o governo brasileiro permitam um debate responsável sobre o futuro do país, com a presença dos candidatos mais representativos, como é o caso do ex-presidente Lula.

carregando
carregando