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Centrais Sindicais fazem Reunião Ampliada nesta sexta-feira (15/02)

A defesa da aposentadoria e da Previdência Social, será no dia 20/02, a partir das 10h, na Praça da Sé, no centro de São Paulo, onde os trabalhadores e trabalhadoras realizarão uma Assembleia Nacional.

Publicado: 14 Fevereiro, 2019 - 12h52

Escrito por: Redação CUT-PE

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Nesta sexta-feira, 15 de fevereiro, as Centrais Sindicais de Pernambuco (CUT, CTB, CSP Conlutas, Força Sindical, Intersindical, Nova Central e UGT) se reúnem, às 10h, na sede do Sinpol, em Santo Amaro, para uma Reunião Ampliada, com o objetivo de informar e esclarecer aos veículos de comunicação sobre a mobilização que está sendo realizada, com assembleias nas categorias e plenárias, para organizar a resistência da classe trabalhadora contra a proposta de reforma da Previdência do governo de Jair Bolsonaro.

A defesa da aposentadoria e da Previdência Social, será no dia 20 de fevereiro, a partir das 10h, na Praça da Sé, no centro de São Paulo, onde os trabalhadores e trabalhadoras realizarão uma  Assembleia Nacional para definir um plano de lutas unitário.

A resistência, segundo o presidente da CUT-PE, Paulo Rocha, deve ser construída a partir da base e os sindicatos têm o papel central na construção desse processo. .“Os companheiros e as companheiras têm papel importante na construção dessa resistência e organização da luta junto à classe trabalhadora”, ressaltou. 

As centrais sindicais de Pernambuco já reafirmaram sua posição contrária a qualquer proposta de reforma que  fragilize, desmonte ou reduza o papel da Previdência Social Pública. A Proposta de Emenda Constitucional, PEC da reforma da Previdência, vazada pela imprensa, que deve ser encaminhada ao Congresso Nacional prevê idade mínima de 65 anos para homens e mulheres, um gatilho para reduzir as aposentadorias das mulheres e até redução de 40% no valor das pensões pagas a viúvos e órfãos – se essa proposta for aprovada, o valor dos benefícios pode ser de menos de um salário mínimo.

Por isso, é importante dialogar também com todos os setores da sociedade. E as mobilizações do dia 8 de março, Dia Internacional das Mulher, e do 1º de maio, Dia do Trabalhador, são fundamentais para estabelecer esse diálogo e somar forças junto aos movimentos sociais, estudantis, negros, mulheres, LGBT, organizações não governamentais, partidos políticos de esquerda, entre outros.

 

 

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