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CUT marca presença no ato em solidariedade a Aureo Cisneiros

O sindicalista foi demitido injustamente pelo Governo de Pernambuco em perseguição à sua atividade sindical à frente do Sinpol nas lutas por melhores condições de trabalho para a Polícia Civil no Estado.

Publicado: 11 Janeiro, 2021 - 15h33 | Última modificação: 11 Janeiro, 2021 - 15h47

Escrito por: Imprensa CUT-PE

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Na manha desta segunda-feira (11/01), o presidente da CUT, Paulo Rocha, participou de ato público, em frente ao Monumento Tortura Nunca Mais, na Rua da Aurora, área central do Recife, em solidariedade ao policial civil e sindicalista do Sinpol, Áureo Cisneiros, que também contou com a presença de sindicalistas de diversas centrais (Intersindical, Conlutas, entre outras) e lideranças políticas.
 
O companheiro foi demitido injustamente pelo Governo de Pernambuco em perseguição à sua atividade sindical à frente do Sinpol nas lutas por melhores condições de trabalho para a Polícia Civil no Estado.
 
A CUT e o Fórum dos Servidores Estaduais já repudiaram, através de nota oficial na semana passada, a demissão do sindicalista Áureo Cisneiros, por parte do governo Paulo Câmara, numa lamentável tentativa de criar o medo e garrotear o movimento sindical.
 
O governo, que diz pertencer ao campo democrático popular, contraditoriamente se apega a uma lei de 1972, instituída num período de terror e de perseguição aos que lutavam por liberdade, igualdade e democracia, e a aplica numa autoritária intimidação antisindical.
 
 
 
Áureo Cisneiros é ex-presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Pernambuco – SINPOL/PE, esteve a frente de importantes lutas de sua categoria, representou seu Sindicato no Fórum dos Servidores Estaduais, é uma liderança conhecida em todo estado de Pernambuco, inclusive, também, por ter colocado seu nome para disputa de cargo eletivo em processos eleitorais.
 
A criminalização dos movimentos sociais instituída pelo (des)governo Bolsonaro é um caminho nocivo, antidemocrático e vai na contramão dos avanços duramente conquistados na Constituição de 1988. Portanto, a CUT e o Fórum não vão se omitir diante de agressões dessa envergadura e desde já chama o governo Paulo Câmara para rever essa demissão injusta.
 
A CUT e suas entidades filiadas, bem como as entidades sindicais integrantes do Forum dos Servidores Estaduais esperam um posicionamento que pese o lado da democracia, das garantias da ação sindical e da negociação. Defendemos a garantia do emprego, da democracia, da liberdade e da autonomia sindical.