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Dieese e centrais organizam trabalhadores para campanhas salariais após reforma

No Recife, o encontro será realizado às 09h30, o auditório da (Sindp-PE), no bairro da Boa Vista.

Publicado: 31 Julho, 2017 - 20h41

Escrito por: Assessoria de Imprensa

Divulgação
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Em parceria com as centrais sindicais, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE)  realiza na próxima quinta-feira (03/08) sua 14ª Jornada Nacional de Debates para organizar a resistência contra a nova legislação trabalhista e formular estratégias sindicais direcionadas às campanhas salariais no segundo semestre. No Recife, o  encontro será realizado às 09h30, no auditório da Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Informática, Processamento de Dados e Tecnologia da Informação de Pernambuco (Sindp-PE), localizado à rua Bispo Cardoso Ayres, 111, Boa Vista/Recife.

.De acordo com o Dieese a jornada que vai ser permanente, porque a proposta é  olhar  para frente, para o futuro, observando o impacto da reforma trabalhista e identificando que será necessário um processo de preparação muito mais aprofundado por parte do movimento sindical para enfrentar as campanhas salariais em um ambiente de recessão econômica.

 

A primeira delas é uma grande mobilização sindical, ou seja, um grande trabalho de organização sindical, de mobilização, de envolvimento das categorias dos trabalhadores nas negociações. Segundo, é imaginar negociações e campanhas salariais diferentes, juntando categorias, promovendo campanhas do setor metalúrgico, do setor da indústria, do setor bancário, juntando as entidades sindicais numa campanha mais articulada.

Os sindicalistas pernambucanos também destacam a necessidade de elevar o grau de resistência e luta nas próximas negociações coletivas. "Temos que nos mobilizar e ter estratégias para combater patrões gananciosos e oportunistas, por conta das mudanças na legislação trabalhista.  Não podemos admitir que os efeitos da reforma trabalhista que só visa prejudicar a classe trabalhadora    com menos salários e menos direitos. O movimento sindical precisará encontrar novas formas de organização ”, assinalou o presidente da CUT de Pernambuco, Carlos Veras.

 

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