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Manifestação e caminhada contra reforma e em defesa da classe trabalhadora

“Nossa pauta é, na verdade, contra a reforma e em defesa dos direitos da classe trabalhadora. público. A reforma vai entrar em vigor no dia 11/09"

Publicado: 15 Setembro, 2017 - 12h16

Escrito por: Assessoria de Imprensa da CUT-PE

Foto: Anderson Stevens/Folha de Pernambuco
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Em todo o Brasil, várias bandeiras de luta foram defendidas ao longo das atividades desta quinta-feira (14/9), Dia Nacional de Lutas, Protestos e Greve. Entre elas estão em pauta: o fim da aposentadoria, pela defesa dos serviços públicos e dos direitos e pela revogação da reforma trabalhista.

A CUT Pernambuco em conjunto com os metalúrgicos, previdenciários, trabalhadores em processamentos de dados e tecnologia da informação, petroleiros, metroviários, servidores municipais, estaduais e federais, além dos movimentos sociais realizaram atividades e mobilizações. A concentração foi às 15h, na Praça da Democracia/Derby/Recife, com a realização de ato público. A Praça já recebeu diversas mobilizações de frentes de esquerda, principalmente durante o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), contra o governo Michel Temer (PMDB) e as reformas  trabalhista e da previdência. A caminhada de protesto saiu da Praça das Democracia por volta das 17h20. Os manifestantes levaram cartazes, banners e faixas contra a reforma trabalhista e da Previdência, além de críticas ao governo do presidente ilegítimo Michel Temer.

“Nossa pauta é, na verdade,  contra a reforma e em defesa dos direitos da classe trabalhadora. público. A reforma vai entrar em vigor e as pessoas sentirão na pele com força as alterações. Estamos trabalhamos para viabilizar uma lei de iniciativa popular para anular as reformas. Nos próximos dias vamos nos reunir para debater a agenda de ações", assinalou o vice-presidente da CUT-PE, Paulo Rocha. 

Na opinião da secretária da Mulher Trabalhadora da CUT, Liana Araújo, as reformas atingem diretamente os trabalhadores e trabalhadoras. "Nossa palavra de ordem é nenhum direito a menos. Sobre as privatizações somos muito categóricos: O Estado brasileiro vive um verdadeiro desmonte. Somos contra qualquer privatização. Hoje, diversas categorias se somam à luta para garantir a manutenção das empresas públicas", declarou.

Para Liana  ressaltou que, desde o dia 7 de setembro está nas ruas uma campanha de coleta de assinaturas para um Projeto de Lei de Iniciativa Popular que revoga a nova legislação trabalhista.Acesse o portal :www.cutpe.org.br (https://napressao.org.br/

Segundo ela, desde o dia 7 de setembro está nas ruas uma campanha de coleta de assinaturas para um Projeto de Lei de Iniciativa Popular que revoga a nova legislação trabalhista.  “A meta da CUT é que mais de 1,3 milhão de brasileiros assinem o documento que será entregue à Câmara dos Deputados. O passo seguinte é pressionar os deputados a votarem o texto que revoga a proposta do ilegítimo Michel Temer que acabou com diversos direitos trabalhistas”, afirmou.

Vale frisar que, a mobilização desta quinta-feira (14/09) fez parte também do calendário conjunto do movimento “Brasil Metalúrgico” contra as  reformas Trabalhista e da Pre¬vidência e a Lei da Terceirização irrestrita. Também integram a pauta conjunta, a unidade de ação nas campanhas salariais e a luta por um acordo coletivo nacional que garanta piso salarial e direitos mínimos.

Nesse dia de luta, as organizações filiadas à Central também levaram às ruas o alerta de que colocar a Reforma da Previdência para votar resultará em uma grande greve em todo o País. A caminhada terminou por volta das 18h30, no Centro da Cidade do Recife.

 

 

 

 

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