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Mobilização e pressão contra a Reforma da Previdência continua!

Conseguimos barrar muitas maldades contidas nela, como as que atingiam os trabalhadores e as trabalhadoras rurais e os idosos em condição de pobreza, que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Publicado: 06 Agosto, 2019 - 10h59 | Última modificação: 07 Agosto, 2019 - 10h56

Escrito por: Assessoria de Imprensa da CUT-PE

CUT-PE
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A mobilização dos trabalhadores e trabalhadoras impediu a aprovação de várias maldades. Mesmo assim, em primeira votação a Câmara dos Deputados aprovou mudanças nocivas ao povo brasileiro.

Veja  algumas dessas maldades contra a classe trabalhadora:

  • Obrigatoriedade da idade mínima (65 para os homens e 62 para as mulheres).
  • Mudança nos cálculos dos benefícios para reduzir os valores das pensões para as viúvas, os viúvos e órfãos, auxílio-doença e até para os aposentados por invalidez.
  • Além de tirar da boca de mais 13 milhões de trabalhadores e trabalhadoras com carteira assinada o abono salarial do PIS/Pasep.
  • Com a nova regra da idade mínima o trabalhador poderá se aposentar com muito mais idade porque vai ter de contribuir por mais tempo, e para conseguir o valor integral da aposentadoria, terá de trabalhar por mais de 40 anos.
  • Governo atual e os próximos poderão alterar tempos de contribuição mínima, do cargo e de serviço público para a concessão de aposentadoria dos professores por lei complementar.

Conseguimos barrar muitas maldades contidas nela, como as que atingiam os trabalhadores e as trabalhadoras rurais e os idosos em condição de pobreza, que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Mas, a Reforma da Previdência ainda continua perversa e coloca nossa aposentadoria no sistema de capitalização. Estamos alertando a população para os riscos às aposentadorias representado pelo projeto que deve ser votado em segundo turno na Câmara

No segundo turno da votação, o texto não pode ser alterado, mas os parlamentares podem propor a supressão de trechos do projeto. Após a votação em segundo turno na Câmara, ainda nesta semana, a “reforma” da Previdência vai ao Senado. Antes de ser votada em plenário, deverá ser apreciada pelos senadores na Comissão de Constituição e Justiça da Casa, mas sem passar por uma comissão especial, como ocorreu na primeira etapa de tramitação.Fim da aposentadoria por tempo de contribuição, obrigatoriedade de idade mínima, redução na pensão dos dependentes, mudanças na aposentadoria por invalidez e no abono salarial, são os piores pontos.

É HORA DE VIRAR O JOGO! 

O DIA 13  DE AGOSTO é importante  para darmos o recado de que o povo não concorda com as propostas que estão sendo encaminhadas pela maioria dos parlamentares, por orientação do governo Bolsonaro e seus bajuladores políticos.