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Povo nas ruas defende Lula Livre

Atos em defesa da liberdade e do direito do ex-presidente Lula aconteceram em todo o País.

Publicado: 05 Abril, 2018 - 07h55

Escrito por: Rosely Rocha, especial para Portal CUT

Em frente ao Superior Tribunal Federal (STF), em Brasília, cercados por forte aparato policial e sob chuva, milhares de militantes e simpatizantes que aguardavam o resultado do julgamento do habeas corpus do ex-presidente Lula mantiveram a confiança de que a Justiça, finalmente, será feita.

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Com slogans como, “Eleição sem Lula é fraude” e “Lula livre”, o povo cantava e dançava ao som de manifestações culturais. São trabalhadores e trabalhadoras da Bahia,  Goiás, Minas Gerais, São Paulo, entre outros estados.

Lideranças políticas, estudantis, movimentos da juventude, mulheres e representantes de movimentos sociais como da Contraf, Povo Sem Medo, Frente Brasil Popular e MST participaram do ato em defesa da liberdade e do direito de Lula ser candidato.

A senadora e presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann, disse na Esplanada dos Ministérios que a vigília cívica é pelo cumprimento da Constituição, pela democracia.

“Há 30 anos foi promulgada a Constituição Cidadã, que trouxe direitos elementares e básicos ao povo brasileiro. Direitos de cidadania, sociais e políticos”.

Gleisi disse também que “faz 30 anos que vivemos sobre a égide da Constituição. Somos uma democracia jovem e temos a responsabilidade de defendê-la”.

Já a deputada federal Erika Kokay (PT-DF), disse que os ataques da extrema direita existem porque eles não têm votos e, por isso jogam pedras, paus e balas.

“As ideias de um Brasil justo e soberano defendidas por Lula não se apagarão", afirmou.

Segundo Marco Baratto, da direção nacional do Movimento Sem Terra (MST), no início do ato em defesa de Lula no Distrito Federal tinham mais de 7 mil pessoas presentes só de movimentos sociais.

“É um dia da defesa da democracia, para que possamos garantir um processo democrático, em que a classe trabalhadora brasileira garanta seus direitos e que Lula não seja condenado e tenhamos condições de seguir no processo democrático”.

“Precisamos retomar nossos direitos e com Lula candidato”, declarou o dirigente do MST”, concluiu Baratto.

Carmem Foro, vice-presidente da CUT, disse que o Brasil vive um momento histórico. “Hoje é um dia em que ou se respeita a Constituição Federal ou se quebra a democracia”.

“Estamos aqui para defender Lula, porque ele é inocente, porque o Brasil precisa de Lula de volta”, disse Carmen.

Representando a União Nacional dos Estudantes (UNE), a presidente da entidade Mariana Dias declarou que o ato era também contra a “ ditadura do Judiciário no Brasil".

Manifestações a favor de Lula ocorrem em várias cidades do país

 

A CUT Bahia estava em alerta e concentrou o ato por Lula Livre, em frente ao Fórum Rui Barbosa, no bairro Campo da Pólvora, em Salvador.

Membros da CUT, da CTB, de partidos de esquerda e de movimentos sociais e populares participam do protesto. O grupo levou cartazes e faixas com mensagens de apoio ao ex-presidente, como "Eleição sem Lula é fraude".

Na capital do Ceará, Fortaleza, o ato contra a prisão de Lula, em defesa da democracia e contra o fascismo, organizado pelas frentes Brasil Popular e  Povo Sem Medo, teve início na Praça Marechal Deodoro. Depois, os militantes e simpatizantes de Lula seguiram em caminhada até a Praça Justiça.

Na cidade de Jaguaretama (CE), famílias atingidas por barragens também participam de vigília em apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Já em Porto Alegre (RS), os manifestantes se concentraram na “Esquina Democrática”, local símbolo de conquistas do Rio Grande do Sul, em apoio a Lula, e repudiaram os atos de agressão que a caravana do ex-presidente sofreu na região.

“Hoje estamos em vigília porque temos a convicção que Lula estará livre para concorrer à Presidência da República”, disse Vitalina Gonçalves, da Frente Brasil Popular no Rio Grande do Sul.

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Há também manifestações de apoio na cidade de Lages, na Serra Catarinense, em Manaus, Sergipe, Maceió, Belém, Recife, Piaui, Florianopolis e Rio de janeiro.

 

 

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