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Segundo dia do 13º CONCUT reúne Celso Amorim, Vagner Freitas e Carmen Foro

13º CONCLAT é histórico e oportuno, não apenas pelo momento político que vivenciamos, mas, sobretudo, por tudo que construímos ao longo de décadas e que ainda vamos construir.

Publicado: 08 Outubro, 2019 - 14h01 | Última modificação: 08 Outubro, 2019 - 14h06

Escrito por: Assessoria de Imprensa da CUT-PE

Fabiano Moura
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Dando continuidade ao 13º Congresso Nacional da CUT (CONCUT) “Lula Livre” – Sindicatos Fortes, Direitos, Soberania e Democracia, que acontece até o dia 10 de outubro, na Praia Grande, em São Paulo, foi realizada na manhã desta terça-feira (08/10) uma análise sobre a atual conjuntura com a presença do ex-ministro de Relações Exteriores do governo Lula, Celso Amorim, além do presidente da CUT, Vagner Freitas e da vice-presidenta da central, Carmen Foro.

 "A sala na sede da Polícia Federal, em Curitiba (PR), recebe mais visita pelos líderes mundiais do que o Palácio do Planalto em Brasília, porque quem  estar lá é uma liderança política", afirmou Celso Amorim. Ele enfatizou que estamos vivenciando um verdadeiro escárnio, com um governo que trata o país como se fosse o "quintal da casa dele.” 

De acordo o ex-ministro de Relações Exteriores, somos motivo de chacotas em nível internacional, com a economia estagnada, a soberania está ameaçada, os direitos sociais e trabalhistas estão sendo roubados dos trabalhadores e das trabalhadoras. “Este caótico cenário, no entanto, não nos amedronta. Pelo contrário, tudo isso nos impulsiona ainda mais para as frentes de batalhas, nos deixa mais unidos e fortes, para barrar estes retrocessos e continuar lutando, em defesa da classe trabalhadora e em defesa do Brasil”, pontuou.

Para o presidente da CUT, Vagner Freitas, este governo quer acabar com o movimento sindical, porque não suporta a democracia, não respeita a liberdade, nem a classe trabalhadora. “Nós defendemos um sindicalismo livre e autônomo, não negociamos direitos nem a democracia”, ressaltou.

 Além de todos os ataques do governo Bolsonaro, as mulheres e a juventude sofrem um profundo retrocesso, com negação de direitos, ataques e toda forma de violência. "O avanço na conquista dos direitos foi o resultado de muita luta, resistência e sacrifícios. Por isso, não vamos permitir que o atraso deste desgoverno continue neste país”, enfatizou a vice-presidente da CUT, Carmen Foro.

Vale destacar que este 13º CONCUT é histórico e oportuno, não apenas pelo momento político que vivenciamos, mas, sobretudo, por tudo que construímos ao longo de décadas e que ainda vamos construir. Pois é, na hora dos grandes desafios quem se erguem são os grandes guerreiros e as grandes guerreiras. 

Lula Livre! Somos Fortes, somos CUT!