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Servidores do Recife em “pé de guerra” com a gestão Geraldo Júlio, ameaçam entrar em greve por tempo indeterminado

Os servidores denunciam o tratamento de descaso e de indiferença da  gestão do prefeito Geraldo Júlio, com a classe trabalhadora.

Publicado: 17 Maio, 2018 - 14h34

Escrito por: Assessoria de Imprensa da CUT-PE

CUT-PE
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O Fórum dos Servidores Municipais do Recife (FSM), composto por diversas categorias dos serviços públicos, continua mobilizado por reajuste salarial, melhores condições de trabalho e concede entrevista coletiva nesta sexta-feira, dia 18 de maio, às 09h30, na sede da CUT Pernambuco, Rua Dom Manoel Pereira, 183, Santo Amaro,para denunciar o tratamento de descaso e de indiferença da  gestão do prefeito Geraldo Júlio, com a classe trabalhadora. O clima é de insatisfação e os servidores em geral ameaçam entrar em greve na próxima semana. 

Vale salientar que a data-base de reajuste salarial é no mês de janeiro, mas nunca foi  respeitada pela gestão atual do Recife. A primeira mesa geral de negociação de 2018 aconteceu apenas no dia 19 de abril passado, e mesmo assim os representantes da municipalidade se negaram em negociar de fato, não comentaram a pauta de reivindicação ou fizeram qualquer contraposta. Os servidores querem 23,79% de reajuste salarial, aumento do tíquete refeição para R$ 25,00, a volta do atendimento do Saúde Recife.

De acordo com a coordenadora do Fórum, Andréa Batista, os profissionais trabalham sem estrutura mínima, com falta medicamentos básicos nas farmácias  para a população; nos serviços de urgências e emergências; nas policlínicas, maternidades  e postos de saúde existem déficit de recursos humanos, como médicos, farmacêuticos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, psicólogos, dentistas, técnicos e auxiliares de saúde bucal, entre outros.

Andréa Batista comentou ainda que “diversas áreas estão descobertas sem a presença de agentes comunitários e agentes de saúde ambiental deixando a população desassistidas d o primeiro contato com a prevenção e promoção a saúde, desde o último concurso de 2012; falta segurança nos serviços que são constantemente assaltados; faltam profissionais de Educação física nas Academias da Cidade; faltam professores e AADEEs (Agentes de Apoio ao Desenvolvimento Escolar Especial) nas escolas e ADIs (Agentes de Desenvolvimento Infantil) nas creches; faltam abrigos para idosos e pessoas em situação de rua na cidade inteira”.

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