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Sindicato conquista nova reintegração no Bradesco

Com o retorno de Isis Kaylanne ao trabalho, a entidade registra, apenas este ano, 13 reint

Publicado: 03 Maio, 2018 - 15h02

Escrito por: SEEC-PE

A mais nova reintegração conquistada pelo Sindicato dos Bancários de Pernambuco aconteceu na última semana, na agência do Bradesco localizada do centro de Jaboatão dos Guararapes. Com o retorno de Isis Kaylanne ao trabalho, a entidade registra, apenas este ano, 13 reintegrações. Em 2017, foram 58 trabalhadores que tiveram seu direito de voltar às suas funções restabelecido por meio da ação da entidade.


A bancária, que exerce atividades administrativas, foi afastada de suas atividades no dia 14 de agosto de 2017, sem que o Bradesco apresentasse justificativa legal para a demissão. Mesmo submetida ao acompanhamento médico, o banco desligou a funcionária.


A presidenta do Sindicato, Suzineide Rodrigues, indigna-se com a atitude do banco e reafirma o compromisso da entidade em defender os direitos dos bancários.


“É inadmissível que o banco aja de uma forma tão covarde. O setor jurídico do Sindicato está preparado para enfrentar essas arbitrariedades, fazendo valer a legislação a fim de garantir os direitos das bancárias e dos bancários. Nosso atendimento não se restringe apenas às questões jurídicas, mas envolve todo cuidado e respeito com o ser humano”, afirma Suzineide.


O secretário de Saúde, Wellington Trindade, alerta sobre o alto grau de adoecimento da categoria e o perigo de desligamento nesse período de tratamento.


“A categoria bancária é a que mais adoece em todo Estado de Pernambuco. Muitos companheiros, que adquirem doenças ocasionadas pelo trabalho diário, acabam pedindo demissão, já que a pressão é grande dentro dos seus locais de trabalho. Caso esse assédio ocorra, a Secretaria de Saúde pode orientar, esclarecer dúvidas e buscar a melhor opção para cada caso”, explica.


A bancária reintegrada destaca a importância do Sindicato para seu retorno, que deve acontecer no mês de junho, após nova avaliação feita pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).


“Logo que fui demitida, minha depressão e ansiedade se agravaram. Procurei o Sindicato para entender algumas questões, já que o Bradesco não se preocupou, em nenhum momento, com minha situação. Hoje estou me tratando contra a Síndrome do Pânico, mas, graças a Deus e ao Sindicato, consigo enxergar uma luz no fim do túnel. Pretendo me recuperar e continuar trabalhando da melhor forma possível”, assegura.

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