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Trabalhadores e Trabalhadoras em teleatendimento debaterão reformas

A atividade é promovida pelo Sinttel

Publicado: 09 Maio, 2019 - 10h37

Escrito por: Imprensa CUT PE

Divulgação
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A Reforma Trabalhista foi aprovada por Michel Temer

Na próxima sexta-feira (10), o Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações de Pernambuco (Sintel) realiza um Seminário com o tema “As reformas e seus reflexos trabalhista e previdenciárias. Na mesa da manhã que se inicia às 9h debaterão Ísis Freitas, auditora do trabalho e o juiz do trabalho titular da 12º Vara e doutor em ciência política pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Hugo Melo.
Na parte da tarde o debate com os trabalhadores e trabalhadoras ficará por conta professor da UFPE, mestre em educação e ex-deputado federal Paulo Rubem e de Marília Arraes, deputada federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT). A atividade acontecerá no auditório do Sinttel na rua Afonso Pena, 333.


Sobre a Reforma Trabalhista
Aprovada em 2017, no governo do ilegítimo Michel Temer (MDB-SP), a reforma Trabalhista acabou com 100 itens da CLT, flexibilizou direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras e legalizou as formas mais precárias de contratação. Na época, o governo argumentou que a reforma seria positiva para a classe trabalhadora porque geraria milhares de empregos.

Sobre a Reforma da Previdência
A proposta de reforma da Previdência 2019 não acaba com privilégios e pode representar o fim do sonho e do direito à aposentadoria para milhões de trabalhadores e trabalhadoras rurais e urbanos. Todos perdem. Desde os mais jovens até os mais velhos.
Caso a PEC 6 seja aprovada, porém, ainda que o governo retire do texto alguns pontos para facilitar a obtenção dos votos necessários, esses mesmo pontos que eventualmente venham a ser retirados nesse processo de negociação podem vir a ser apresentados depois com maior facilidade de aprovação. Essa é considerada uma das principais armadilhas da reforma.
Isso porque o projeto do governo Bolsonaro retira da Constituição a regulação do sistema de previdência e seguridade. E muitos dos direitos hoje protegido pela Carta Magna passam a ser alvos de projetos de lei complementar, que requerem menos votos (257) para serem aprovados do que uma emenda constitucional.
No site Minha Aposentadoria você pode conferir as propostas do governo Bolsonaro para a Previdência que acabam com a aposentadoria por tempo de contribuição e impõem idade mínima de 65 anos (homens) e 62 anos (mulheres), tanto do setor público como do setor privado.