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Trabalhadores reagem e lançam Projeto de Lei que pede a anulação da Reforma Trabalhista

A Campanha Nacional pela Anulação da Reforma Trabalhista atende a uma deliberação do último Congresso Extraordinário da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Publicado: 25 Setembro, 2017 - 10h35

Escrito por: Assessoria de Imprensa da CUT-PE com informações adicionais do Sintepe

Tempus Comunicação
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A  Central Única dos Trabalhadores  de Pernambuco (CUT - PE) lançou, nesta sexta-feira passada (22/09), a Campanha Nacional pela Anulação da Reforma Trabalhista de coleta assinaturas para o Projeto de Lei de Iniciativa Popular (PLIP). O lançamento em Pernambuco foi feito através de uma coletiva de imprensa na sede da CUT, no bairro de Santo Amaro/ Recife.  O objetivo da Campanha é revogar a Lei nº 13.467/2017 e a Lei nº 13.429/2017. A Central quer coletar 1 milhão e 300 mil assinaturas em todo o País. Segundo os organizadores da Campanha, o estado de Pernambuco tem como meta reunir 120 mil assinaturas, já cada sindicato terá como meta recolher, no mínimo, 50% de assinaturas do total de filiados. Para apoiar, os trabalhadores devem informar seu nome completo, endereço, número, zona e seção do título de eleitor.

 

Os movimentos sociais, associações e demais instituições podem aderir ao movimento e buscar a lista de apoiamento no site da CUT Nacional e Estadual, solicitar o envio da lista através do telefone 3421.2662 ou presencialmente na CUT-PE, localizada à rua Dom Manoel Pereira, 183,  Santo Amaro -  e nos sindicatos filiados. A coleta de assinaturas será feita durante todo o mês de outubro e no dia 11 de novembro, dia em que a Lei da Reforma Trabalhista entrará em vigor, a CUT prevê a realização de um grande ato nacional em Brasília para protocolar a entregar o Projeto de Lei de Iniciativa Popular.

O lançamento da Campanha Nacional pela Anulação da Reforma Trabalhista atende a uma deliberação do último Congresso Extraordinário da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Na opinião do presidente da CUT-PE, Carlos Veras, a Reforma Trabalhista acaba com a proteção ao trabalho, com o décimo terceiro salário, FGTS, férias, cria o trabalho intermitente, cria a figura da pessoa jurídica (PJ) e permite que mulheres lactantes e gestantes trabalhem em locais insalubres. “É um retrocesso muito grande. Nenhum trabalhador consegue negociar individualmente com o patrão. Substituir a convenção coletiva pela negociação individual é retirar direitos é escravizar trabalhadores”, afirmou.

Mobilização para garantir 1,3 milhão de assinaturas

Aprovada na 15ª Plenária Nacional/Congresso Extraordinário da CUT, realizado de 28 a 31 de agosto, em São Paulo, o objetivo é colher até o dia 31 de outubro mais de 1,3 milhão de assinaturas, que representa 1% do eleitorado brasileiro.

A CUT disponibilizou um kit de coleta de assinaturas, contendo o formulário do projeto de lei, arte para banner e adesivos e uma cartilha com orientações para o preenchimento correto das listas. Esses materiais também estão disponíveis no endereço eletrônico anulareforma.cut.org.br

 

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